Associação Obra de Apostolado Santa Edwiges (AOASE)

Fundada em abril de 2007, por Maria Aparecida Louzada juntamente com os padres Geraldo Dondici Vieira e Tarcísio Marcelino Ferreira Monay, a Associação Obra de Apostolado Santa Edwiges (AOASE) vem ao longo destes mais de 10 anos aperfeiçoando o seu carisma de caridade, que brota do coração e da devoção à Santa Edwiges.

A obra tem como objetivo garantir um futuro com esperança para as crianças e adolescentes da comunidade, dando a elas oportunidade de crescimento pessoal e intelectual. Mais de 1.000 famílias já foram atendidas desde a criação da AOASE. Somente em 2018, foram recebidas 62 crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos e 76 adultos e idosos. 

Todos os trabalhos são mantidos por meio de contrapartida familiar e voluntários, que atuam com prestação de serviços, coleta especial sempre no dia 16 de cada mês – quando se celebra Santa Edwiges na Paróquia Sagrado Coração de Jesus -, associados, doações de mantimentos, material para as atividades e o bazar solidário. 

Oficinas


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Crianças e Adolescentes

Orientação pedagógica

Artesanato

Informática

Capoeira

Violão

Escolinha de fé 

Recreação

 

Adultos e Idosos

Alongamento

Bordado

Crochê

Laço em fita

Língua francesa

Patchcolagem

Pintura em tecido

Tricô 

Padroeira

Santa Edwiges

Conhecida como a padroeira dos pobres e endividados.

16 de outubro

Cor Litúrgica: BRANCA

Edwiges nasceu na Bavária, Alemanha, em 1174, filha de uma família nobre. Desde pequena dava sinais de seu desapego material e zelo espiritual. Aos doze anos, casou-se com o duque da Silésia e da Polônia, Henrique I, de 18 anos. Eles tiveram sete filhos.

Aos 20 anos, Edwiges sentiu o chamado de Jesus e, após conversar com seu marido, os dois decidiram seguir o Senhor, mantendo no casamento o voto de abstinência sexual. Entregando-se à piedade e à caridade, empregava grande parte dos seus ganhos para auxiliar os demais. Sabendo que muitos eram presos por causa de dívidas, passou a ir aos presídios, saldar as contas com o próprio dinheiro, libertar os encarcerados e ainda lhes arrumava um emprego.

Ela e seu marido fundaram muitos mosteiros, entre eles o de Trebnitz, na Polônia, do qual sua filha Gertrudes se tornou abadessa. Henrique I construiu o Hospital da Santa Cruz em Breslau e Edwiges, um hospital para leprosos em Neumarkt, onde assistiram pessoalmente aqueles que sofriam desta doença. A santa também costumava ir à Igreja descalço na neve, mas levava os sapatos na mão para colocá-los imediatamente se encontrasse alguém.

Viu seis de seus sete filhos falecer e também seu marido, vítima de uma doença contraída após ser mantido como prisioneiro de guerra. Quando Henrique I morreu, muitas religiosas choraram e Edwiges as confortou dizendo: “Por que se queixam da vontade de Deus? Nossas vidas estão em suas mãos e tudo que Ele faz é bem feito”. Santa Edwiges tomou o hábito religioso de Trebnitz, mas prometeu continuar a gerir suas ações em favor dos necessitados. Deus lhe concedeu o dom da profecia e milagres. Foi quando operou muitos milagres em enfermos.

Ela amava muito Maria e, por isso, sempre carregava uma pequena imagem da Virgem em suas mãos. Quando morreu, em 15 de outubro de 1243, foi impossível tirar a imagem de suas mãos. Anos mais tarde, quando foram transladar seu corpo, encontraram a imagem empunhada e os dedos que a seguravam incorruptos. Santa Edwiges foi canonizada em 1266, pelo Papa Clemente IV.

Oração de Santa Edwiges

Ó Santa Edwiges, na corte poderíeis ter uma vida cheia de privilégios materiais. No entanto, renunciando às honras e pompas tão transitórias, descobristes o único necessário: “Ser serva de Deus em todas as circunstâncias.” Na verdade, Ó Santa Edwiges, fostes uma boa esposa, mãe modelo de sete filhos, viúva e religiosa exemplar. Do mesmo modo que o vosso espírito de fidelidade vos direcionava sempre para Deus, vossa caridade operante inclinara-se para o próximo, distribuindo com liberalidade esmolas aos indigentes, aos conventos, às viúvas, aos órfãos, doentes, fracos, leprosos, presos, peregrinos, às mulheres pobres que amamentavam os filhinhos. Assim a todos socorrestes e absolutamente a ninguém, que viesse em busca de auxílio, permitistes sair sem conforto. E porque nunca descuidastes de exercer todas as boas obras a seu alcance, Deus vos concedeu também esta graça: mesmo humanamente impossibilitada de agir e sem nada poder fazer com as próprias forças, por virtude divina da paixão de Cristo, conseguistes realizar aquilo que as súplicas do próximo em necessidade vos pediam. Por isto, aos que a vós recorriam tanto nas dificuldades do corpo, quanto do espírito, tivestes o poder de ajudar, segundo o bem querer divino. Ó Santa Edwiges, volvei agora, lá do céu, um olhar benigno a mim, a nós (pausa). Alcançai-nos da bondade de Deus a graça de vencermos as adversidades que estamos sofrendo e as que nos sobrevierem. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.